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SÍNDROME DO PIRIFORME
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Uma das dores irradiadas na região glútea confundindo-se com problemas
de origem lombar é a relacionada com a "síndrome do piriforme", um
músculo situado embaixo do glúteo máximo que faz parte dos grupos
pelvitrocanterianos ou rotatores do quadril. A sua origem fica na
face anterior do sacro com a inserção no trocanter maior do fêmur
(cabeça do fêmur). A sua função principal é a de mover a coxa para
o mesmo lado externo do corpo e ou produzir uma rotação externa igualmente
para o mesmo lado da coxa em movimento. Ou seja, rotação externa e
ou abdução. Um exemplo típico, é quando um jogador de futebol lança
a bola com o pé esquerdo para o um companheiro que esteja do seu lado
esquerdo. A condição de tracionamento, contração resistida ou encurtamento do piriforme pode também levar à dor no ciático característica dos treinos de corrida em subidas muito próprio aos corredores em período básico de treinamento. Outro fator podendo levar à sensação dolorosa citada, são as injeções mau aplicadas afetando o músculo em questão. A síndrome do piriforme, pelas características descritas, pode apresentar sintomas similares a problemas relacionados com hérnia de disco póstero-posterior, razão suficiente para ser diagnosticada por médico experiente na área. Geralmente o exame clínico com a palpação após anamnese e investigação dos hábitos de vida incluídos os esportivos e movimentos próprios, são os primeiros passos da consulta. Os exames complementares hoje em dia são bastante confiáveis. O tratamento passa, conforme a gravidade, pela medicação prescrita por médico, fisioterapia, alongamento dos isquiotibiais, glúteos, piriforme e reequilíbrio pélvico. A Reeducação Postural pode ser necessária caso seja detectada assimetrias do quadril que costuma ser responsável por diversos problemas desde o pé até o pescoço em função desta importante articulação fazer parte de uma cadeia cinética fechada. Infertilidade no ciclismo - Volta e meia a "galera" das diversas categorias de ciclismo se deparam com a questão do ato de pedalar causar ou não infertilidade. Um importante estudo coordenado pelo Dr. Ferdinand Frauscher, do hospital Universitário de Innsbruck na Áustria, constatou que homens adeptos a pedalar mais de 4800 quilômetros por ano, principalmente na categoria Mountain Bike podem sofrer lesões no escroto reduzindo a fertilidade. De acordo com a pesquisa realizada em 40 ciclista e 35 não-ciclistas, 88 por cento dos adeptos a muitos quilômetros tinham cistos, calcificações, varizes entre outras anomalias comparadas a 26 por cento dos que não pedalam ou pedalam pouco. No estudo, a contagem dos espermatozóides nos ciclistas foi de um terço, mesmo assim apresentando menor motilidade comparado ao grupo oposto. O que pode levar a essas conseqüências é o trauma direto repetido e a não observância das regras de segurança tais como selim e bicicleta adequado ao atleta, treinamento orientado e exercícios compensatórios de estímulo a irrigação sangüínea da região. O pessoal do ciclismo In Door não precisa ficar preocupado porque o problema ficou caracterizado ao excesso. Essas aulas normalmente não passam de uma hora por dia além de serem orientadas por profissionais... pelo menos é o que diz a regra.
Para Refletir: Quando todos pensam da mesma forma, tem gente pensando pouco. Não dá para ir muito longe. Sobre a Ética - Um mau profissional é capaz de decorar todo o código de ética para saber como burlar as normas. FALE COM A GENTE - Mande a sua mensagem. Sua opinião é muito importante e obrigado pela sua visita.
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Luiz Carlos de Moraes CREF/1 RJ 003529 |
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